sexta-feira, 11 de julho de 2014


EFEITO ESFERA SINTÉTICA COM FOIL



PASSO 01:

Este efeito é realizado com a tinta Plastisol para Jeans ou Serisol, Esfera Sintética Incolor e Papel Foil Prata.

PASSO 02:

Primeiro estampar o Plastisol para Jeans Preto com uma tela de 44 fios/cm com emulsão relevo na tela. Aplicar 2 repiques.

PASSO 03:

Após aplicar o último repique, não fazer a pré-cura. A tinta precisa estar úmida para a fixação das esferas sintéticas.


PASSO 04:

Em seguida, jogar as esferas incolores por cima da estampa ainda úmida.

PASSO 05:

Observar se as esferas penetram bem no Plastisol
para garantir uma boa fixação.

PASSO 06:

Estufar a 180ºC por 2 minutos e logo em seguida colocar o Papel Foil por cima da estampa ainda quente.


PASSO 07: PASSO 08: PASSO 09:
Com a ajuda de um pano, esfregar o Papel Foil Deixar esfriar a peça antes de remover o Papel Foil. O efeito está pronto. Você pode usar a sua Prata na estampa com as esferas ainda quente. criatividade para outras combinações de cores. 



quinta-feira, 8 de maio de 2014

OS QUADROS SERIGRÁFICOS


A função do bastidor, caixilho ou quadro serigráfico é suportar o tecido serigráfico sob tensão, permitindo ao mesmo tempo o manuseio e repetibilidade de posição da impressão (registro).

Estando esticando, o tecido faz a dosagem da tinta de forma conveniente e permitindo a impressão fora de contato com o substrato a imprimir. Portanto, alguns pontos ficam evidentes quando a performance desejável de um quadro serigráfico.


- Rigidez: Não deve sofrer deformações significativas sob efeito da tensão do tecido ou variações climáticas.


- Peso: O manuseio deve ser facilitado na medida do possível, portanto é interessante sempre se trabalhar com materiais leves.


- Planicidade: O ajuste exato de fora-contato depende desta característica, bem como a uniformidade de esforços sofridos pelo tecido durante a impressão.


- Formatos x Materiais: O material utilizado na confecção do quadro, o acabamento do mesmo, as colas e os materiais de vedação usados na esticagem devem ter suas características de resistência avaliadas antes de seu emprego, para resistir aos solventes presentes nas tintas ou materiais utilizados para a limpeza ou reciclagem da matriz.


A composição dos caixilhos pode variar de acordo com a necessidade da resistência a tensão desejada: quadro de madeira pequeno tem melhor estabilidade que quadros desse mesmo material de grandes dimensões, levando-se em conta esse item devemos recordar sempre que quadros de grandes formatos devem ter a espessura “bitola” dos perfis maiores, independentemente do tipo de material utilizado.

Na elaboração das especificações acima, devem-se considerar as dimensões, o material e a construção.

TIPOS DE QUADROS

- Quadros de Madeira: São leves resistentes e largamente utilizados. Altas tensões, estabilidade dimensional sob variações climáticas, resistência aos esforços do processo são limitações desse material, que atualmente estão sendo controlados com diferentes bitolas, e tratamentos diferenciados das madeiras e os tipos das mesmas.

- Perfilados de Alumínio: Largamente utilizados para médios e grandes formatos. Quadros confeccionado com esse tipo de material é bastante leve, e para um dimensionamento que tenha uma boa resistência mecânica, há perfis com várias espessuras de parede e dimensões físicas. Usualmente, quadros com 50 x 70 cm e acima devem ser perfis de no mínimo quatro cm e paredes a partir de três mm de espessura.

- Perfilados de Aço: A utilização desses materiais já foi mais explorada, principalmente em quadros de grandes dimensões, pois, fornecia uma grande resistência mecânica às tensões, porém, devido ao seu peso e dificuldade de manuseio foi gradativamente substituído pelos perfilados de alumínio.

- Alumínio Fundido: Outro exemplo de grande resistência e alto peso, este tipo de quadros é largamente usados nas indústrias de componentes eletrônicos, indústria esta que utiliza quadros de pequenas dimensões sendo, portanto bastante aceitável o peso do mesmo.

Dentre as novidades, podemos citar os quadros confeccionados com Perfilados de Magnésio e Fibra de Vidro Epóxi, largamente utilizados no mercado Europeu, mas, sem distribuidores nacionais tampouco consumidores até o presente momento.

A confecção de um quadro deverá sempre atender ás especificações do sistema de esticagem, ou seja; quanto maior as dimensões dos quadros maiores deverá ser a espessura dos perfis e das paredes destes para resistir à força de tração do tecido após o tensionamento, e deverá haver conseqüentemente o emprego de soldas mais fortes nos cantos.
Existe também um artifício chamado “alma” utilizada principalmente nos quadros de alumínio, esta “alma” consiste em um perfil interno dentro do perfil para aumentar a resistência do quadro a tensões.


TAMANHO DO QUADRO

A escolha do tamanho do quadro depende da área de impressão e do tipo de impressão. Sempre deve haver uma zona adequada, reservada fora da área de impressão, para os restos de tinta (tinteiro).
Os espaços necessários na lateral e especialmente na altura, devem ser determinados para cada tipo de máquina através de testes práticos. Espaços para restos de tinta muito pequenos podem ocasionar, entre outras coisas, dificuldades de registro e impressões de pouca qualidade. Somente através de testes apropriados é possível escolher os melhores formatos de impressão para as máquinas.
Na impressão de têxteis, o tamanho da área de impressão e o quadro devem ser adaptados ao sistema de rodo, montado de acordo com as instruções do fabricante. Ao contrário da serigrafia gráfica, a impressão de têxteis é geralmente feita através de “contato”, ou seja, não há nenhuma separação física entre a matriz e o substrato a ser impresso.


RECOMENDAÇÕES PARA OS TAMANHOS E PERFIS DOS QUADROS

Na impressão a máquina, o movimento do rodo geralmente se efetua na direção do comprimento do quadro, ou seja, ao contrário do que se faz na impressão manual. Os espaços necessários na lateral e especialmente no topo e na base, devem ser determinados para cada tipo de máquina através de testes práticos. Espaços para restos de tinta muito pequenos podem dar lugar, entre outras coisas, a dificuldade de registro e impressões pouco limpas. Os tamanhos que uma máquina pode usar devem ser determinados através de tentativas individuais.


Perfis de quadro insuficientemente fortes geram problemas como:

  • Perda de tensão no centro da área de impressão;
  • Registro ruim;
  • Redução na vida útil da matriz etc.;
  • A tabela a seguir mostra o quanto um quadro flexiona (milímetro) para um determinado perfil e comprimento (centímetro), dado certa tensão (Newton/centímetros).


PERFIL
COMPRIMENTO
100 cm
COMPRIMENTO
200 cm
COMPRIMENTO
300 cm
18 N/cm
28 N/cm
18 N/cm
28 N/cm
18 N/cm
28 N/cm
40 x 30 x 2.5
0,94
1,46




40 x 40 x 2.8/1.7
0,76
1,18




50 x 40 x 3.5/1.8
0,41
0,64
6,53
10,17


60 x 40 x 3.0/2.0
0,27
0,42
4,28
6,66


80 x 40 x 4.0


1,49
2,32
7,54
11,74
100 x 40 x 4.0


0,84
1,31
4,27
6,64


Os quadros de serigrafia não devem ter bordas vivas, cantos agudos e rebarbas, pois eles podem danificar o tecido, o que pode fazer com que este se rasgue ao ser esticado.

domingo, 20 de abril de 2014

TOUR TECNOLÓGICO PELA EUROPA

Acabei de retornar da Europa onde estive visitando empresas de tampográfia na Itália, Alemanha e Suíça.

No dia 08 de abril estive visitando na Cavaria - Italia a empresa COMEC, sendo recebido na ocasião pelos Senhores Manuele Baggini, Edgardo Baggini e Senhora Paola Modesti.

Percorrendo os diversos setores da empresa, pode conhecer de perto os equipamentos e insumos fabricados por esta empresa, bem como a enorme gama de produtos que são personalizados por este incrível processo de impressão.

O que mais me impressionou foi a alta qualidade dos impressos, que conseguem reproduzir com alta resolução, imagens em policromias e detalhes finos com lineaturas de 250 LPI.








  
No dia 09 de abril estive visitando na Suíça a empresa TECA PRINT, sendo recebido carinhosamente pelo Senhor Carlos Huber.

O Sr. Carlos fez uma breve apresentação da empresa, destacando as diversas fases que envolvem o processo tampográfico. Conversamos também sobre equipamentos de alta tecnologia, equipados com recursos automáticos de posicionamento de clichês (registro de cores).

Esta empresa desenvolve equipamentos para pré-impressão e impressão e conta com um corpo técnico de desenvolvimento de altíssimo nível.







No dia 10 de abril chegou à vez de visitar uma das maiores empresas de tampografia da Europa a MORLOCK que fica em Dornstetten na Alemanha.

Fomos recebidos pelos Senhores Manfred e Frank e pela Senhora Susanne Hoyler que nos apresentou os diversos setores da empresa.

Como ponto forte desta empresa, podemos destacar a robusta mecânica germânica e o impecável acabamento, presente em todos os equipamentos visitados pelo nosso grupo de técnicos brasileiros.






Finalizando nosso tour tecnológico pela Europa, visitamos a empresa TAMPO PRINT em Kamtal-Muenchingen na Alemanha.

Recebidos com muita cordialidade e simpatia pelo Senhor Thilo Reichelt, visitamos os diversos setores da empresa. Gostaria de destacar o equipamento de gravação intaglio de clichês a laser, bem como o software desenvolvido especificamente para produção de imagens e gravação de clichês.









domingo, 23 de março de 2014

A TÉCNICA DE QUADRICROMIA - PRODUÇÃO

 O constante crescimento da técnica de quadricromia na serigrafia tem feito com que muitos serígrafos procurem se iniciar na técnica, estou relacionando a seguir algumas informações que poderão ajudá-lo na produção de impressos em quadricromia.

A quadricromia é uma técnica especial que permite a reprodução com extrema fidelidade de qualquer tipo de original, seja ele uma foto, um desenho, etc., por meio de apenas quatro cores básicas: cyan, magenta, amarelo e preto. Essas quatro cores, impressas por meio de reticulados (imagens fragmentadas em pequenos pontos) e sobrepostas, permitem a reprodução de qualquer tipo de cor existente no original, assim como a grande variação de tonalidades existentes em uma foto colorida.

               

A obtenção dos diapositivos da quadricromia é feita por meio de processo eletrônico de seleção de cores, usando-se a síntese subtrativa de cada uma delas. Por meio desses processos a riqueza de detalhes de um original  colorido é reproduzido com extrema fidelidade. As tintas usadas para quadricromia são, todas na escala Europa, o que permite a reprodução universal de qualquer tipo de original.

A obtenção das diferentes cores na reprodução de quadricromia ocorre pela sobreposição de cores e provem do efeito ótico e não físico.

Para imprimir em quadricromia é necessário conhecimento especifico sobre vários aspectos que determinam a qualidade e a possibilidade de reprodução fiel do original. Em qualquer reprodução de quadricromia, deve-se analisar os seguintes itens:

Uma regra é básica e muito verdadeira. Começar certo para se evitar problemas durante o processo de impressão de quadricromia. A reprodução está inevitavelmente ligado a perda de qualidade, ou seja uma cópia não oferece exatamente as mesmas características do original com isso sempre se perde algo durante a impressão, porém reproduzir uma imagem que já de início apresente falhas no original, implica na obtenção de uma péssima cópia no final, por isso que existe uma série de parâmetros a serem considerados para se chegar ao máximo de aproveitamento para reprodução por meio das quatro cores.

Resolução: Precisa ser de de, no mínimo, 250 a 300 dpi para a reprodução em camisetas. Esse valor tem que ser o real e não a resolução interpolada que confunde na hora da compra, que consiste em esticar a figura escaneada, produzindo imagens com resoluções impressionantes, porém uma resolução interpolada altíssima é inútil por três motivos:

·         A imagem não fica com boa qualidade, pois a imagem é captada por sensores com resolução real e esticada para atingir a desejada. Como exemplo temos uma imagem captada por um sensor de 600 dpi,  esticada 32 vezes para atingir uma resolução de 19200 dpi;

·         Porque esse esticamento pode ser feito por qualquer programa gráfico e não necessariamente pelo scanner, e a quantidade de memória que um computador deve ter para escanear uma imagem interpolada é muito elevada, podendo até esgotar a memória de um computador;


·         E o tempo é relativamente alto para que o scanner transmita a imagem para o computador, podendo levar de minutos á horas dependendo da velocidade da conexão.


Avaliação prévia: uma avaliação prévia da imagem se faz necessária, pois tons como pele, degradês e outros exigem diapositivos adequados, ou seja, os ângulos das cores do CMYK devem ser ajustados em função da imagem a ser reproduzida. Estes ajustes foram abordados no início deste trabalho na parte de diapositivos.


Tratamento: uma imagem escolhida deve ter um tratamento necessário por meio de softweres como Photoshop, para que apresente alta definição.


Fundo Branco: é imprescindível a produção de um diapositivo chapado, que será um fundo branco para aplicação da cromia em fundos escuros porém, a camada branca deverá ter milímetros a menos que a imagem original, para se evitar após a impressão o aparecimento de uma margem branca em volta do desenho, levando-se em conta que o fundo não poderá ser muito menor que o desenho para  que a impressão saia diretamente sobre o tecido, impossibilitando a visualização, visto que tintas para quadricromia são transparentes.
Um dos problemas mais freqüentes é a falta de resolução do desenho em relação ao original visto no monitor, a calibração do monitor evita a elaboração de desenhos com cores que jamais poderão ser reproduzidas corretamente.

Cor aplicadada: entende-se por cor aplicada qualquer cor usada em um determinado original, seja ela laranja, azul, marrom, etc. Esse caso é muito comum na serigrafia em que se imprimem originais com seis, ou mais cores. O processo para obtenção dos diapositivos pode ser manual ou fotomecânico (fotolito). Para cada cor, é necessário fazer uma impressão, por isso trabalhos com muitas cores demandam mais tempo e maior consumo de tinta.

Uma das vantagens da utilização do processo de cores aplicadas é o de poder imprimir sobre materiais de diferentes cores (até mesmo o preto), pois as tintas usadas no processo de cor aplicada são opacas (não confundir com fosca), isto é não tem transparência. A obtenção das diferentes cores, no caso de cor aplicada, é feita por meio de mistura física.


 ESCOLHA DO ORIGINAL

Você pode usar uma foto comum em papel, um slide, um desenho pintado, etc. É importante observar se o original é de boa qualidade. Como o processo de seleção de cores é feito em equipamentos especiais, você deve instruir seu cliente a conversar com o estúdio do fotolito para saber se o seu original tem o tamanho correto que permita entrar na máquina, pois existem algumas máquinas que não trabalham com originais rígidos, sendo necessário transformar o original em uma foto ou slide. A quadricromia permite ainda a reprodução de originais  já impressos, recurso muito utilizado na estamparia têxtil.

 SELEÇÃO DE CORES

É o processo utilizado para a obtenção dos quatro fotolitos de quadricromia já reticulados. Feito em locais especializados, esse processo exige o uso de equipamentos especiais, os scanners, dos quais se obtêm os quatro filmes da quadricromia já reticulados, com inclinação da retícula, tipo do ponto UCR (MRC), mínimas e máximas e ainda camada do filme. O processo de seleção de cores depende de uma série de informações que devem ser passadas ao estúdio de fotolito para que, assim, o trabalho possa ser executado com características próprias para impressão em serigrafia.
Dentro do processo de seleção de cores, devemos orientar o estúdio quanto aos seguintes itens:

CRITÉRIOS DE IMPRESSÃO

Matriz: a produção de um diapositivo correto permite a produção de uma matriz com a mesma fidelidade, esta deve sempre que possível ser confeccionada em perfis de alumínio, que oferecem maior resistência que os demais. Para a impressão das quatro cores podem ser usados tecidos de poliéstes amarelos, com uma variação de 77 fios (base de água) e 90 a 120 fios (plastisol). Para o fundo branco, a tela pode ser de mais aberta, com 55 fios.

Esticagem: as telas devem ser esticadas no mesmo dia, pois terão o mesmo afrouxamento comum, evitando disparidades que poderão influenciar o registro das telas. Importante, espere 48 horas para aplicar emulsão e gravar as telas, este tempo é importante para estabilizar e reorientar os fios de poliéster que foram alongados na esticagem.

Emulsionamento:  a emulsão deve ter resistência á tinta escolhida. O emulsionamento da tela esticada deve ser feito com 4 camadas externas e 3 interna (aplicação direta sem secagem), cobrindo bem o tecido para se evitar problemas posteriores, após alguns minutos a tela estará pronta para a secagem. Este tipo de aplicação de camadas de emulsão deve ser usado para tecidos acima de 120 fios/cm. Para tecidos mais abertos, aplicar 1 camada externa e 2 interna.

Gravação:  o ideal é se utilizar prensa a vácuo e uma fonte de luz UV de 4000W aproximadamente. Na montagem do diapositivo sobre a tela a ser gravada, deve-se ter muita atenção as medidas e ao posicionamento dos quatro positivos sobre a tela, pois em relação ao registro, é importante medir as  distâncias horizontal e vertical a fim de deixar as quatro matrizes o mais alinhadas possível.

Exposição:  tela para quadricromia não deve ficar muito tempo exposta á luz, pois poderá ocasionar uma perda de pontos, que não serão reproduzidos posteriormente. Outro cuidado adicional que deve ser observado logo após a gravação é quanto a lavagens das telas, pois é preciso revelar todos os pontos da imagem.





Evitando o moiré:  o efeito maoré nada mais é que uma falha de impressão causada principalmente, pela coincidência dos pontos da retícula com os fios do tecido de impressão (malha). Regularmente, um conjunto de pontos é bloqueado pelo fio, a tinta não tem por onde fluir e a impressão passa a ser descontínua (com defeito).


Praticamente o efeito moiré é causando pela definição incorreta do conjunto tecido x fotolito: mas também pelo tencionamento incorreto da matriz, camada fotográfica da matriz, tinta, processo de impressão e acabamento superficial do material que será impresso.

O efeito moiré pode ser evitado com a escolha do número de pontos da retícula (lineatura) em uma proporção de 2.50, 3.75, 5.00 e 6,25 entre o número de pontos/cm da retícula (lineatura do filme) com o número de fios/ cm do tecido da matriz (lineatura do tecido ou filiatura).

Para evitar a formação do moiré em uma retícula de 24 pontos/ cm deve-se utilizar uma malha de 90 ou 120 fios/ cm. Se a malha for de 140 fios/ cm, as lineaturas ideais são  37 ou 28 pontos/ cm, considerar a inclinação da retícula. O tecido deve ser esticado com os fios paralelos ao quadro.


Os critérios de impressão da quadricromia é mais apurado do que a impressão com cores aplicadas, pois em se tratando de tintas transparentes, qualquer respingo, irregularidade na impressão mesmo na camada de tinta, proporcionam diferença nas cores finais.


PROPORÇÃO TECIDO X RETÍCULA
FATOR
2,5 :1
3,75 : 1
5,00 : 1
6,25 : 1
Fios/ cm
Pontos/ cm
Pontos/cm
Pontos/cm
Pontos/cm
180
72
48
36
28,8
165
66
44
33
26,4
150
60
40
30
24
140
56
37,3
28
22,4
130
52
34,7
26
20,8
120
48
32
24
19,2
110
44
29,3
22
17,6
100
40
26,7
20
16
95
38
25,3
19
15,2
90
36
24
18
14,4
81
32,4
21,6
16,2
13
77
30,8
20,5
15,4
12,3
73
29,2
19,5
14,6
11,7
68
27,2
18,1
13,6
10,9
66
26,4
17,6
13,2
10,7
62
24,8
16,5
12,4
9,9
59
23,6
15,7
11,8
9,4
55
22
14,7
11
8,8
51
20,4
13,6
10,2
8,2
49
19,6
13,1
9,8
7,8
45
18
12
9
7,2

Fonte: Agabe
www.agabe.com