quarta-feira, 28 de agosto de 2013

IMPRESSÃO SERIGRÁFICA ROTATIVA


Esta tecnologia permite aplicação deste processo onde os processos convencionais não o permitem. Impressões em larga escala, alta definição e reprodução são as suas principais características. Com este processo podemos aplicar tintas com altas camadas de depósito, com pigmentos de grande dimensão, com efeitos especiais e com funções para os mais variados segmentos de mercado.
A serigrafia rotativa é muito utilizada para impressão de tecidos em geral. Podemos utilizá-la também para imprimir rótulos, etiquetas, adesivos, embalagens, materiais cerâmicos, antenas de RFAI, teclados de membranas, impressão de segurança e industrial em geral.



A matriz serigráfica utilizada para impressão é cilíndrica e utiliza tecidos metálicos (aço inox, níquel, etc), algumas matrizes chegam a alcançar tiragens de 500 mil metros.
Podemos  dividi-la em impressão banda estreita e larga. No segmento de artes gráficas, ou seja, impressão de papel ou adesivos, encontramos as telas serigráficas rotativas de banda estreita e no segmento têxtil, encontramos as de banda larga.
O princípio de impressão é o mesmo, uma tela, tinta e rodo impressor. A tela é alimentada internamente com tinta através de um sistema de bombeamento que leva e distribui uniformemente a tinta internamente na matriz. A impressão acontece quando o rodo impressor ou racle de poliuretano força a passagem desta tinta pelas áreas abertas da tela. 


MATRIZES ROTATIVAS

Existem no mercado dois tipos de tecidos que podemos utilizar neste processo, um tecido metálico, com estrutura tafetá de fios de aço inox (1:1) e um segundo  tecido formado por eletroformação de níquel, com estrutura hexagonal. Os dois maiores fornecedores mundiais de tecidos para serigrafia rotativa são a STORK PRINT da Holanda e GALLUS da Suíça.


SISTEMA GALLUS

As telas  fabricadas pela Gallus são comercializadas em formatos pré-definidos pelas máquinas impressoras, possuem em sua estrutura de tecelagem fios de aço inox revestidos por níquel, com lineaturas diversas. A tecelagem tafetá foi utilizada em sua confecção, alguns tecidos são fornecidos com tratamento de calandragem em uma de suas faces, tendo como objetivo a redução do depósito de tinta impresso. Essas telas são fornecidas com emulsão fotopolimérica aplicadas de fábrica. Para gravar basta retirar a proteção de poliéster transparente que protege a camada de emulsão e colocá-las na expositora UV em contato com o filme. Após o transporte fotográfico da imagem para tela, revelar o grafismo com jatos de água, secando posteriormente o tecido com ar quente controlado. Uma vez seco a tela, passamos para fase final de confecção da matriz rotativa, que consiste em soldar o tecido usando um equipamento especialmente projetado para esta finalidade, formando uma camisa. Agora com o tecido em forma de camisa, passamos para última fase, que consiste em colar o tecido nos anéis de alumínio laterais.




PROCESSO DE PRODUÇÃO GALLUS




SISTEMA STORK PRINT

As telas metálicas da Stork Print (Holanda), denominadas RotaMash são telas formadas por eletrodeposição, 100%  níquel, com estrutura alveolar hexagonal. Segundo informações do fabricante, esta tela tem uma durabilidade de 500 mil metros de impressão. Essas telas foram projetadas para serem utilizadas com aplicação de emulsão líquidas, podem ser utilizadas inúmeras vezes, em trabalhos diversos, uma vez que podem ser reaproveitadas com  total remoção da camada de emulsão fotográfica.




PROCESSO DE PRODUÇÃO STORK PRINT




IMPRESSÃO SERGRÁFICA ROTATIVA

Alguns equipamentos de impressão são modulares. Essas impressoras atingem uma velocidades de impressão de 125 metros/linear, podem ser instalados em linha com outros processos de impressão compatíveis do mercado, como: rotogravura, offset, flexografia, hot stamp. São chamados de impressão híbrida (multiprocessos) em linha para produção de rótulos, etiquetas, etc.
Existem também as impressoras rotativas para área têxtil, que são utilizadas para imprimir tecido a metro.




VÍDEO DA STORK PRINT


terça-feira, 6 de agosto de 2013

LER COM O NARIZ - O NOVO PAPEL DO PAPEL IMPRESSO



Será que o cinema mudo acabou por causa da trilha sonora? E a TV preto e branco terminou com a vinda da colorida? E o papel? Acabará por causa da informática? Serão os livros e as revistas irmãos do cinema mudo e da TV preto e branco? A resposta é não. Todos estes casos representam etapas de transição na evolução da história. 
A tela fria do computador é rica em imagens e sons, porém só fala com uma parte do cérebro que decodifica signos. Racional. Ao papel foi selecionado o nobre destino de falar ao cérebro das emoções. E se além das imagens lhe for atribuído cheiro, textura, ele começa a desempenhar seu novo papel: veículo de sensações. Emoções. 
A marcha inexorável da tecnologia abriu-lhe a possibilidade de ser lido com o nariz ou com a ponta dos dedos. Quanto ao velho papel só impresso, só visual, ele é sim irmão do cinema mudo e da TV preto e branco, superado perde em muito no confronto com suas novas versões, como para seus irmãos, seu destino foi selado, quando apareceu o primeiro pedaço de papel impresso com perfume nos primórdios da década de 60 do século passado. De lá para cá, crianças, jovens e adultos, quando vêem uma bela imagem impressa de uma fruta, por exemplo, não raro, passam a mão e cheiram! E abrem um grande sorriso ao constatar o aroma! Ou viram a página rapidamente se é somente o velho e sem graça papel com cara de papel.



MICROCÁPSULAS - A NOVA DIMENSÃO DA MÍDIA IMPRESSA





Na promoção a aplicação da microcápsula consiste em fazer "tintas capsulares" com pequenas porções do produto para impressão publicitária. Microencapsular significa subdividir substâncias preferencialmente não hidrossolúveis, pós ou óleos, em partículas infinitesimais colocando em sua volta uma membrana. A microcápsula é um ente que permite armazenar em seu interior substâncias como por exemplo fragrância, cosméticos, cristais líquidos, entre outros, propiciando a mágica de fazer chegar ao consumidor com grande impacto, proporções microscópicas e estabilizadas do seu produto. 


A MÁGICA DO OLFATO NA PROPAGANDA

Cada vez mais, com a criação de aromas inéditos, qualquer empresa pode emocionar o consumidor levando uma mensagem perfumada: sinta o cheirinho de pão fresco no café da manhã, a chuva que está caindo lá for a, a brisa do mar que o leva de férias ou ainda o cheiro da mata que você nem lembra mais. Além de ativar a memória, provocará reações fisiológicas como salivação (fome), estímulo sexual, medo, euforia, entre outros. Em resumo, saímos do plano bidimensional da largura x comprimento da folha de papel impressa para uma terceira dimensão: a qual só pode ser evocada por cheiros familiares da infância, caseiros, das reminiscências de férias felizes, dos espaços amplos e livres, que virtualmente ainda existem só na memória. 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

TÉCNICAS PARA FABRICAÇÃO DE TRANSFER - COLABORAÇÃO GÊNESIS TINTAS















EVITANDO O EFEITO MOIRÉ


As causas da ocorrência do efeito moiré pode ser desconhecida por alguns serígrafos. No entanto, existem procedimentos que podem reduzir ou evitar este padrão nas impressões por serigrafia. Confira a seguir algumas dicas para reduzir o moiré e, desta forma, evita eventuais perdas.
 


O efeito moiré é o principal vilão da prática serigráfica. É ocasionado pela interferência repetitiva de retículas geometricamente iguais. Este fenômeno faz com que a impressão fique descontínua, com efeitos muito perceptíveis.
Para piorar ainda mais, este efeito pode aparecer também pela inclinação incorreta entre  o filme e o tecido, neste caso, “o efeito moiré surge da coincidência do ponto da retícula com o tecido da malha”, ocasionando um segundo efeito moaré. Ninguém merece! “O moiré aparece com maior facilidade em retículas mais finas, acima de 25 linhas por centímetro. Em retículas mais abertas e tecidos mais fechados, a ocorrência do moiré é mais difícil”.

Dicas para evitar o efeito moiré

  • Escolher pontos maiores de retícula, combinando com o material que vai ser impresso;
  • Evitar retículas muito finas (acima de 28 LPC), quando a impressão utiliza tintas à base de solvente ou UV;
  • Quanto mais fina a retícula maior a probabilidade de ocorrência do moiré;
  • Esticar bem o tecido, seguindo as orientaçãoes do fabricante de tecidos;
  • Utilizar tecido tingido e emulsão de boa qualidade;
  • Usar tinta de qualidade;
  • Utilizar equipamento para impressão a vácuo de qualidade;
  • Os filmes devem ter inclinações de retículas de : 7,5º para o Preto; 37,5 para magenta; 67,5º para Cyan e 82,5º para o amarelo;
  • Escolher as retículas elípticas (AM) ou quando possível estocásticas (FM).
  

O FABRICANTE SUIÇO DE TECIDOS SEFAR, DISPONIBILIZA AOS SERÍGRAFOS UMA TABELA COM PADRÕES DE PREVENÇÃO DE MOIRÉ DE ACORDO COM A RELAÇÃO ENTRE FILME E TECIDO.

sábado, 18 de maio de 2013

TERMINOU DIA 18/05 NO RIO DE JANEIRO A IPS RIO 2013

Terminou ontem no Rio de Janeiro a IPS RIO 2013 – Feira de Impressão Digital, Comunicação Visual e Serigrafia –  inaugurada na quinta-feira (16),  reuniu milhares de visitantes durante os três dias do evento.

Em sua primeira edição, a IPS reuniu as marcas mais representativas do mercado em impressão de grandes formatos, produção de banners, películas de vinil para envelopamento de automóveis, tintas serigráficas e softwares de gerenciamento de cores, entre outros.
No total, a IPS reuniu 200 marcas expositoras oriundas do mercado fluminense e de indústrias do Brasil e do exterior. No ano passado, o site “Sign Web”, braço digital da revista “Sign of the Times”, principal publicação do setor gráfico mundial, deu destaque especial para a realização da IPS, com ênfase para o segmento de grandes formatos.
No setor de capacitação profissional, a feira  promoveu sete cursos e workshops. O Rio 2016 fez uma palestra a visitantes e expositores abordando as normas técnicas que devem ser adotadas pelas empresas que se interessarem em participar das licitações para fornecer material de comunicação visual para as Olimpíadas 2016. Três gerentes de Look (Visual) e de Brand (Marca) integraram a palestra no Mezanino do Pavilhão, que teve 1h30 de duração com 20 minutos de tempo reservado para perguntas.
Promovida e organizada pela Diretriz, a IPS tornou-se uma marca de sucesso antes mesmo de sua abertura. Segundo Cassio Dresch, diretor comercial da empresa, a feira de negócios é um espaço ideal para o fechamento de contratos, para a análise de mercado, para o intercâmbio tecnológico e para a visitação profissional e qualificada.
A IPS foi realizada de 16 a 18 de maio no pavilhão 2 do Riocentro, no Rio, um dos centro de exposições mais modernos da América Latina. A entrada foi gratuita. Bastava fazer o cadastro no site www.ipsfair.com.br. O evento aconteceu na quinta e sexta-feira, das 15h às 22h e no sábado das 10h às 17h.
Doutor Silk esteve presente ao evento e publicou abaixo algumas fotos.





segunda-feira, 22 de abril de 2013

ESTAMPAS INDEXIDAS - CONTINUAÇÃO POSTAGEM 17.04.2013





Tabela de Cores - Imagem indexada com um único canal



Enquanto estamos realizando este procedimento poderemos receber do Photoshop o "alerta de gamut". Aparece sobre a forma de um pequeno triângulo amarelo com um ponto de exclamação que poderá aparecer na janela "Selector de cores" enquanto estamos  selecionando as cores desejadas. 

Isto é uma indicação que nos diz que a cor que estamos a selecionar poderá ser difícil de igualar quando formos preparar as tintas. Poderemos ter que selecionar outra cor ligeiramente diferente, ou então estaremos preparados para gastar um pouco mais de tempo na preparação das tintas. 

Quando já estivermos com as nossas cores selecionadas, devemos clicar "Ok" em todas as janelas secundárias e veremos o Photoshop indexar a nossa imagem. Assumindo que as cores das tintas são iguais às cores selecionadas no monitor, a imagem que estamos a ver no monitor deverá ser muito próxima da reprodução que vamos obter na impressão:

Imagem indexada com um único canal


Se não estamos certos que gostamos do resultado, o Photoshop dá-nos a opção de salvar a nossa Tabela de Cores. Depois podemos tentar de novo, até estarmos satisfeitos com o resultado, ou podemos voltar atrás e abrir a "Tabela de Cores" anteriormente salva. O Photoshop fornece-nos também a opção de voltar atrás e editar uma e qualquer das cores individuais no "CLUT".

Por exemplo: gostamos de todas as cores excepto as escolhidas para as zonas de sombra. A cor que escolhemos não é suficientemente escura, mas achamos que ficaria melhor se fosse. Abrimos a imagem indexada, indo depois a Imagem > Modo > Tabela de Cores (Image > Mode > Color Table). 

Isto irá abrir a tabela de cores ou CLUT que desenvolvemos para esta imagem. Se clicamos sobre a cor que queremos substituir, iremos novamente ver a janela "Tabela de Cores". Podemos escolher uma nova cor e ela irá ser a substituta da anterior na imagem. Assim, podemos aperfeiçoar uma tabela de cores que estará próxima do que queremos mas que ainda poderá ser melhorada.



Separar as cores - Ferramenta conta-gotas...



Nesta altura, a imagem já foi indexada e estamos contentes com as cores selecionadas. O próximo passo será separar as cores. Se olharmos para a paleta "Canais" ("Channels") veremos que neste ponto só existe um canal, "Índice", ("Index"). Isto não serve: precisamos de um canal individual para cada cor.

Iremos agora utilizar o comando "Escala de cores", ("Color Range") para selecionar estas cores. Primeiro selecionamos a ferramenta "Conta-gotas" da barra de ferramentas. Na janela de opções da ferramenta "Conta-gotas", ("Eyedropper Tool") é importante que o "Tamanho de Amostra", ("Sample Size"), esteja selecionado para "Amostra de Ponto", ("Point Sample"). Será aconselhável fazer também um zoom da imagem de modo a facilitar a escolha de cores.

Agora, utilizando a ferramenta conta gotas, selecionamos a primeira cor que queremos separar. De seguida, escolhemos Selecionar > Escala de Cores, (Select > Color Range):


                          Localização do comando "Escala de Cores"

Quando a janela "Escala de Cores" aparecer, selecionamos a opção "Selecionar", ("Select"), para "Amostra de Cores", ("Sampled Colors") e "Grau de Selecção", ("Fuziness") para zero. O "Grau de Seleção" na "Escala de cores" é equivalente à tolerância na ferramenta varinha mágica. Nesta situação estamos  tentando "arrancar" apenas uma cor específica e não as cores que estão próximas. Ao fixar o "Grau de Selecção" para zero, estamos certos que iremos escolher apenas uma única cor. Clicamos "Ok". Veremos que a janela "Escala de Cores" desaparece, e na imagem, a cor selecionada por meio de um "formigueiro". Vamos até ao Menu da paleta dos canais e salvamos a seleção, "Novo Canal", ("New Spot Channel") para fazer isso mesmo: Salvar a seleção como um canal.


Separar as cores - Cores salvas como canais...



Repetimos este procedimento até termos todas as cores salvas como canais. Conforme vamos criando os canais, devemos mudar a cor do próprio canal para a cor que estamos a tirar da imagem. Desta forma quando tivermos todas as cores selecionadas teremos uma boa representação de como será o resultado final:
 

 Janela "Escala de Cores" para cor de fundo


Menu na paleta "Canais" para salvar seleção como canal 


Menu na paleta "Canais" para salvar seleção como canal - Salvar canal de fundo.



 
Janela "Escala de Cores" para meio-tom vermelho escuro
 Menu na paleta "Canais" para salvar seleção como canal
 Menu na paleta "Canais" para salvar selecção como canal - Salvar canal de fundo
Janela "Escala de Cores" para sombras pretas


Menu na paleta "Canais" para salvar seleção como canal




Menu na paleta "Canais" para salvar seleção como canal - Salvar canal de fundo

 
Após as operações anteriores, clicamos com o botão direito do rato sobre cada canal de modo que ele possa ser exportado como um arquivo individual:

 Exportar canais para arquivo individual


Imagem indexada! - Seleção do tecido... 

 Exportar canais para arquivo individual


Depois de realizadas as etapas referenciadas temos finalmente a nossa imagem indexada.
Segue-se então, a seleção do tecido em função do suporte e das tintas. A escolha do tecido será determinado pelo tamanho do ponto ou dos pixels.
Devemos ter ainda em consideração os tempos de exposição, em função da fonte de luz e do tipo de emulsão.
Não esquecer a afinação das cores, relativamente à qualidade da imagem no monitor.
 
 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

BALÕES E INFLÁVEIS

Fabricamos Balões de Ar quente personalizados, réplicas infláveis gigantes, promovemos passeio de Balão.
Infle esta idéia e faça sua estrela brilhar..